domingo, setembro 30, 2007

Planeta movido a internet

O dia em que a tecnologia virou repente: Planeta Movido a Internet.



Debora Lopez

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Duas visões sobre o futuro do jornalismo


Alan Rusbridger (E), diretor do The Guardian, e Javier Moreno (D), diretor do El País. Foto: Cristobal Moreno. Em recente evento realizado na cidade espanhola de Segóvia, ambos apresentaram as suas visões sobre o futuro do jornalismo, num debate moderado por Rosie Boycott, escritora e ex-diretora do The Independent.
Ambos concordam estar na internet o futuro do jornalismo, ainda que possuam visões um pouco distintas sobre como esse processo ocorre.
Enquanto Rusbridger acredita no fim do impresso, afirmando que "agora a pressão dos debates sociais está en Internet", Moreno não acredita que o jornalismo esteja em crise e muito menos que a Rede seja uma ameaça: "Internet va a salvar el periodismo. Ahora la Red consigue más audiencia, más influencia que nunca. Si logramos trasladar a Internet ese lugar de debate y discusión estaremos haciendo un gran servicio a la sociedad", diz.
A matéria completa está aqui.

Suzana Barbosa

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sábado, setembro 29, 2007

RSS: um tutorial didático

Encontrei no blog Dialógica uma dica criativa e bem didática de Alejandro Piscitelli: um tutorial sobre RSS.


Alberto Marques

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sexta-feira, setembro 28, 2007

"O país está doido"

Assim reagiu o ex-primeiro ministro português Santana Lopes, durante a entrevista que concedia ao canal SIC Notícias, que interrompeu a transmissão para uma entrada "em directo" do repórter que estava no Aeroporto de Lisboa cobrindo a chegada de José Mourinho, ex-técnico do badalado Chelsea. Ao retornar à transmissão no estúdio, Lopes negou-se a continuar dando a entrevista, indignado com a postura da emissora que sobrepôs "um treinador de futebol ao debate sobre a situação política do país". Via Jornalismo e Comunicação.
Vejam:




Suzana Barbosa

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Sobre o impacto da tecnologia

Para ver e guardar.
Via eCuaderno.




Suzana Barbosa

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Web 2.0 e software social em foco















Aos interessados no tema da web 2.0 e do software social, deixo aqui dicas de eventos, que vão acompanhadas de livros e outros textos:

- Tem havido mudança no uso político da internet e da nova mídia digital? A web 2.0 está gerando uma nova política baseada nos valores dos participantes?
Essas são algumas das questões que os organizadores da conferência "Politics: Web 2.0", a ser realizada na University of London, estão lançando para os investigadores que irão submeter propostas de comunicação. O calendário para recebimento de propostas está aberto até 02 de novembro para o evento que acontecerá em abril de 2008. Mais informações sobre a conferência aqui.

- O pesquisador Adrian Mackenzie (foto), professor do Institute for Cultural Research, da University of Lancaster (Reino Unido), ministrará o curso "Researching Social Software", de 28 a 30 de novembro, no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Braga (Portugal). Adrian Mackenzie é autor do livro Cutting Code: Software and Sociality, Digital Formations Series. NY: Peter Lang, 2006, e possui vários papers sobre o assunto. Em seu site pode-se ler alguns dos artigos e saber mais sobre a sua produção.
O curso, limitado a 15 participantes, é destinado a alunos de pós-graduação e está organizado em quatro sessões, com duração de 2 a 3 horas, a saber: "What is social software"; "Living with social software: self-other relations and sociability", "Social software in technological economies" e "Researching social software". Uns dos textos a serem trabalhados no curso é: The Participatory Challenge, de Trebor Sholz, que pode ser lido aqui.
As inscrições vão até 28 de outubro. Acesse o blog Social Software para saber mais.

Suzana Barbosa

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quarta-feira, setembro 26, 2007

Comunicación y Poder






A VI Bienal Iberoamericana de Comunicación começa nesta quarta, na Escuela de Ciencias de la Información da Universidad Nacional de Córdoba (Argentina) e vai até sábado. O tema deste ano é "Comunicación y Poder. Movimentos sociales e medios en la consolidación de las democracias".
Os textos das comunicações que serão apresentadas nas 26 Mesas de Trabalho podem ser conferidos na web do evento. Clique aqui.
Para além das conferências e painéis, durante a bienal serão lançados diversos livros. Entre eles, O Ensino do Jornalismo em Redes de Alta Velocidade: Metodologias & Softwares, organizado por Marcos Palacios e Elias Machado; La Enseñanza del Ciberperiodismo: De la Alfabetización Digital a la Alfabetización Ciberperiodística, de Santiago Tejedor; e o Comunicación Digital: Competencias profesionales y Desafios Académicos, que apresenta os resultados da investigação realizada pela Red ICOD (Red Iberoamericana de Comunicación Digital), a cargo de Íris Bergero, integrante da rede e professora da Universidad de la Patagonia Austral (UNPA).

Suzana Barbosa

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Mais um diário no mercado espanhol












Neste começo de outono, o mercado de comunicação espanhol ver nascer um novo título. O Publico chegou hoje às bancas do país, ao preço de €0,50 (custará €1 aos domingos) com uma tiragem de 250 mil exemplares e, segundo reporta o blog Escolar.net, de Ignacio Escolar (que é o diretor de redação do diário), às 12h21 (hora local) já tinham sido todos vendidos nos quiosques.
Com uma linha definida como popular, mas sem ser sensacionalista, o Público trabalha com um modelo de redação integrada, ou seja, apenas uma redação para o impresso e a edição online. O formato é tablóide, todo em cor e não terá editoriais. A razão para eliminar os editoriais, explica Ignacio Escolar:
"Porque, en mi opinión, una sociedad anónima no puede tener opinión sobre nada. Las opiniones son de las personas físicas, no de las personas jurídicas, que –más que opiniones- lo que tienen son intereses. El editorial es una figura periodística que tenía sentido en el siglo XIX, cuando la opinión no era libre y a veces era necesario parapetarse tras la cabecera del diario, desde el anonimato, para opinar con mayor libertad. Ahora no tiene sentido. En otros países, como Italia, no es tan novedoso que un diario no lleve artículo editorial. Y sí, haremos sondeos de opinión propios: uno semanal que se llamará Publiscopio y algunos más específicos, de cara a las elecciones."

Na versão online, o Público agrega conteúdo em vídeo, recursos da web 2.0 (os chamados marcadores sociais de favoritos), as notícias de última hora acompanham as páginas internas das matérias, aparecendo à direita, e privilegia um layout verticalizado. Dá preferência por um formato de texto linear, sem links no corpo, indicando as notícias relacionadas ao lado.
Ah, o título chega com a firme decisão de concorrer diretamente com o El País. Vamos acompanhar.

Suzana Barbosa


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terça-feira, setembro 25, 2007

Fotojornalismo cidadão: do seu celular para o mundo.


Bom, imagino o que diria Andrew Keen sobre isso: jogue uma máquina digital na mão de um macaco e eventualmente ele fará uma boa foto?

Já são 9 meses de sucesso da página You Witness News, onde o cidadão comum pode postar suas fotos ou vídeos, aproveitando uma das maiores e mais completas infra-estruturas de distribuição de material jornalístico de uma das mais importantes agências de notícias do mundo, a Reuters que, associada ao Yahoo!, promete disponibilizar e, em caso de venda, pagar pelo uso de qualquer foto jornalística submetida.
Nesse embalo em março desse ano a Getty Images, uma das 3 maiores agências de fotografia do mundo, adquiriu a escocesa Scoopt.com, o primeiro portal de conteúdo fotojornalístico gerado por usuários da Internet.Ambas as agências comprometem-se a fazer de tudo para conseguir vender as fotos dos cidadãos. Sempre que um negócio é consumado, os lucros são divididos 50/50. As fotos ficam disponibilizadas no período de 6 a 12 meses, tempo em que o membro compromete-se a não publicar a foto em qualquer outro sítio.

Só lembrando, a Scoopt.com foi a responsável em 2006 pela fracassada criação do Scooptwords um serviço experimental que permitia a comercialização de conteúdos de blogs para jornais e revistas. Os blogueiros cadastrados no serviço selecionavam quais posts eles queriam colocar à venda e recebiam até 75% de cada venda gerada por seu blog.

Paulo Munhoz

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O preço do sucesso


O mais novo site jornalistico da França, Rue89, publicou hoje um texto (Difficultés de connextion: la raçon du succès) se desculpando com os internautas pelos problemas técnicos que estão tendo nesses ultimos dias por causa do aumento do acesso. No texto, brincam, esse é um preço do sucesso.

Eles informam ter 57 mil visitantes/dia, o que equivale a 1.710.000 por mês. Ou seja, o Rue89 tem, em 5 meses de vida, o mesmo numero de acesso que o Libération.fr, do tradicional jornal onde trabalhavam os 4 jornalistas que criaram o Rue89, contava com 5 anos de vida (1,8 milhões - OJD).

O Rue89 ganhou espaço quando publicou que Cecilia Sarkozy não havia votado nas ultimas eleições, o que significa, então, não ter votado em seu marido, Nicolas Sarkozy. A informação, apurada por jornalista do Journal du Dimanche (JDD), não foi publicada. A informação vazou, e o Rue89 publicou. O que rendeu também a resposta do diretor do JDD e, com isso, 133. 076 visitas a essa matéria. Vale conferir!

Lia Seixas

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domingo, setembro 23, 2007

Marcel Marceau R.I.P.


*22 de março 1923
+22 de setembro 2007

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Os segredos de Second Life

Tudo sobre como nascer e viver em Second Life. Da inscrição e criação do avatar, a ações avançadas como criação de objetos 3D, compra e venda de propriedades, geração de scripts, etc.
Livro de Stéphane Pilet, recém-lançado, em francês, EUR 14,16.
Via Pointblog.com

marcos palacios

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O gato saiu da caixa: G-Mail testa nova interface


O G-mail está testando uma nova versão. Por agora era um"teste fechado", apenas para funcionários e uns poucos "usuários confiáveis". Mas o "segredo" vazou.
Como?
Bem, o G-mail usa tradutores voluntários. Um deles traduziu um documento onde a informação estava encionada e passo-a para Garret Rogers, do ZDNet.
Por agora é tudo que se sabe.
marcos palacios

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Quando músculos eram necessários para o empresário digitalizado

Está achando seu laptop ainda pesado?
Console-se. Há 25 nos eles eram assim.
Beleza de tela, ein! E tinham fantásticos 64 K de memória.
Portabilidade plena. Segue com você para qualquer lugar: em casa, no escritório e até no avião, diz a publicidade.
A peça é de 1981.
Via the New Shelton wet/dry, onde há outros modelitos para você escolher.

marcos palacios

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Publicidade: receita infalível para irritar seu público-alvo

Um absoluto contraponto à inventividade demonstrada na criação da campanha do lançamento do novo CD de Bob Dylan, que comentamos ontem, é a insistência de alguns publicitários no uso das irritantes "caixinhas publicitárias" que se abrem sobre os textos que o usuário está lendo.
Será que eles ainda não aprenderam que até os micos podem ser treinados? Que - mais rápido que o raio - o usuário FECHA a caixinha clicando no "X"? E que - se por mero acaso - chega a perceber do que se trata, FECHA xingando o anunciante?
Sou capaz de apostar que um teste de eye-tracking aplicado a uma página que abrisse uma "caixinha" mostraria uma imagem como a que reproduzo aí acima.

marcos palacios

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80 anos de Cinema Sonoro



Estamos comemorando 80 anos de Cinema Sonoro. Em 1927 era lançado The Jazz Singer
Al Jolson canta My Mammy.
Fique com ele.

marcos palacios

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Brincando com um tesouro: o arquivo do The New York Times


O acesso livre à totalidade do conteúdo do The New York Times foi muito comentado durante toda a semana que passou, especialmente no que se refere às suas consequências sobre os modelos de negócios vigentes no jornalismo online.
Com o foco tão direcionado, passou desapercebido (exceto para Tara Calishain) que abertura coloca nas mãos de pesquisadores de todo o mundo uma valiosissíma ferramenta: a totalidade dos arquivos do The New York Times, de sua fundação em 1851 aos dias presentes.
É possivel, usando-se a busca avançada (Advanced Search) estabelecer períodos determinados para a pesquisa no arquivo, bem como hierarquizar os resultados por data e relevância. O material é fac-similar e exibido em pdf.
Os recursos de busca poderiam ser mais detalhados, por exemplo permitindo buscas somente nas cartas dos leitores - um mundo à parte a ser explorado. Talvez seja uma questão de sugerir um alargamento das opções aos responsáveis pela manutenção do acervo.
Seja como for, o fato de estar aberto é uma grande contribuição para historiadores da mídia e do mundo.
Típica ocupação para o domingão.
Aproveitem o embalo.

marcos palacios

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sábado, setembro 22, 2007

Ensino do Jornalismo em Redes de Alta Velocidade no catálogo da Livraria Cultura

Já está disponível para compra através da Livraria Cultura.

marcos palacios

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Uma publicidade inovadora para promover CD de Bob Dylan

Para promover o álbum "Dylan Greatest Songs", a equipe de Bob Dylan criou uma publicidade inovadora: um vídeo, onde ele aparece segurando folhas em branco.Você escreve a mensagem, em 10 diferentes quadros, e eles aparecem no vídeo. Uma vez pronto, o vídeo pode ser enviado por e-mail.
Eu, pelo menos, nunca vi nada nesse gênero aí pela web.
Interatividade, novidade e você nem se dá conta que está consumindo e fazendo a propaganda do álbum.
marcos palacios

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Cabo submarino do Google emula processo de globalização das agências de notícias?

O barulho que está sendo feito na Blogosfera com relação à notícia (que mereceu destaque no The New York Times) de que Google estaria preparando o lançamento de um cabo submarino próprio( transpacífico), trouxe-me à mente a idéia de que talvez estejamos assistindo a uma nova versão dos processos de dominação e globalização de informação, que tiveram como protagonistas as agências de notícias, na segunda metade do século XIX e início do XX.
Toda uma detalhada discussão sobre aquele processo histórico está na tese doutoral de José Afonso da Silva Jr. (Uma trajetória em redes: modelos e características operacionais das agências de notícias, das origens à redes digitais), que é neste momento uma leitura mais que oportuna.

marcos palacios

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Modelo de negócios do jornalismo impresso: "anomalia" que dura 150 anos

Jane Singer, Catedrática de Jornalismo Digital da University of Central Lancashire (Inglaterra), sugeriu que o modelo de funcionamento dos jornais impressos de massa, baseado em sustentabilidade através da publicidade, foi uma “anomalia histórica”, provocada pela tecnologia, pela alfabetização massiva e por fatores comerciais ao longo dos últimos 150 anos.
Esses mesmos fatores estão agora empurrando o meio para uma nova direção evolutiva, no bojo de um processo que Singer chamou de “equilíbrio pontuado” (punctuated equilibrium), usando uma expressão do cientista evolucionista Stephen J. Gould.
A idéia básica é que a evolução não ocorre uniformemente através do tempo, mas por arrancadas bruscas (bursts) de mudanças, seguidas de repouso (stasis) para, em seguida, ocorrer uma nova onda de mudanças.
Para Singer, estamos vivendo um momento de saída da stasis, nesse processo evolutivo pontuado.
Ela acredita que teremos cada vez mais jornais gratuitos, de leitura rápida – ainda como uma resultante da portabilidade do impresso - e cada vez mais jornais oferecendo contexto, análise e opinião – um tipo de material que não pode ser consumido apressadamente.
O futuro dos jornais é certamente digital, mas Singer adverte que os lucros das empresas não poderão ser tão altos quanto foram no passado, no período da “anomalia histórica” dos impressos.
"Há dinheiro a ser ganho, mas não tanto quanto na era do impresso", afirma Singer.
No balanço geral, Singer é otimista:
“Há uma tentação de se ver tudo isso como uma ameaça, mas devemos encarar a situação como liberação. Nós não precisamos de jornalistas para cobrir minúcias, gastando tempo em coisas que eles não deveriam estar fazendo, como produzir tabelas com resultados esportivos, escrever press releases ou funcionar como intermediários entre a fonte e a audiência. Nós precisamos jornalistas que coloquem a informação no contexto, sem medo ou favorecimentos.”
A análise foi feita na recente Future of Newspapers Conference, ocorrida na semana passada em Cardiff (Escócia).
Via Online Journalism

marcos palacios

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Mapeando o futuro da Terra


Se o Google Earth e todos os mashups associados a ele estão voltados para mostrar a superfície de nossos planeta (e de planetas dos outros) como ela é hoje, o Paleomap Project, projeto conduzido por Christopher Scotese, propõe-se a mapear o desenvolvimento das placas tectônicas terrestres e a distribuição de terra e mar, nos últimos 1100 milhões de anos.
A imagem acima é uma projeção de como será a Terra daqui há 250 milhões de anos, de acordo com o que se sabe hoje sobre o deslocamento das placas tectônicas. É, tudo indica que teremos uma nova Pangea...
O mapa de veio do Observatorio, um site voltado para Astronomia, com quase 2800 fotos indexadas e explicadas (em espanhol).
Via wwwhat´s new

marcos palacios

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sexta-feira, setembro 21, 2007

Executivos da Microsoft, Google e Yahoo entre os norte-americanos mais ricos

Fortunas de um bilhão de dólares já não são suficientes para que alguém figure na Lista Forbes dos 400 norte-americanos mais ricos. A nova versão da lista, divulgada ontem, traz Bill Gates no topo, mas inclui vários nomes ligados a empreendimentos bem conhecidos de qualquer internauta: Yahoo, Google, e-Bay. E os ricos estão ficando mais ricos. No ano passada bastavam míseros U$ 300 milhões para estar na lista. Este ano, o mínimo requisito para figurar ali foi uma fortuna de 1,3 bilhões de dólares.
LugarNomeValor LíquidoFonte
1Bill Gates59 BillionMicrosoft
5Sergey Brin18.5 BillionGoogle
5Larry Page18.5 BillionGoogle
8Michael Dell17.2 BillionDell
11Paul Allen16.8 BillionMicrosoft
16Steve Ballmer15.2 BillionMicrosoft
32Pierre Omidyar8.0 BillioneBay
35Jeffrey Bezos8.7 BillionAmazon.com
48Eric Schmidt6.5 BillionGoogle
68Gordon Moore4.5 BillionIntel
204Omid Kordestani2.2 BillionGoogle
239David Filo2.0 BillionYahoo
261Jerry Yang1.9 BillionYahoo
271Kavitark Shriram1.8 BillionGoogle
271Theodore Waitt1.8 BillionGateway
361Margaret Whitman1.4 BillioneBay

Fonte: CyberNet

marcos palacios

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Encontro discute novas perspectivas de atuação no mercado jornalístico

Acontece entre 1 e 3 de outubro o Terceiro Encontro Baiano de Jornalismo, que terá como tema "Novas perspectivas de atuação no mercado".
Reunindo especialistas de várias áreas, o encontro tratará de assuntos como Jornalismo e Turismo, Jornalismo Empresarial, Jornalismo Infantil, Jornalismo e Meio Ambiente.
O evento estará sediado na Reitoria da Universidade Federal da Bahia (UFBA).
Mais informações no site do evento.

marcos palacios

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A volta do "dirty design"?

Essa é a primeira página do recém re-desenhado The Monitor, do Texas. A aposta é num modelo "dity design" em oposição ao "clean design".
O projeto é da empresa Mario Gracia, mas nem todos gostam. Um do que não gosta é Juan Antonio Giner, do Innovations in Newspapers , que continua apostando que o que funciona, salvo casos excepcionais, é o "clean design", "slow design", bem organizado, cool, em oposição ao cáos design.
Esperem para ver a reaçao de seus leitores, avisa Giner.
marcos palacios

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Uma proposta original: mestrado incubará projetos jornalísticos de seus estudantes

O mestrado em Jornalismo Empresarial (Entrepreneurial Journalism), da The City of New York Graduate School (CUNY), partiu para uma experiência inovativa. Através de uma dotação de U$ 100 mil, por um período de dois anos, conseguida através da McCormick Tribune Foundation, o curso vai financiar a instalação inicial (seed funding) dos melhores projetos jornalísticos produzidos por seus estudantes.
As verbas serão alocadas por um juri composto de líders da mídia da comunidade de New York: especialistas em conteúdo, marketing, investimento e incubação de empresas.
"O jornalismo está com uma necessidade urgente de renovação", disse o Prof. Jeff Jarvis, diretor de jornalismo interativo do programa da CUNY.O curso trabalha com pressupostos de convergência no jornalismo.
Os participantes tomam contacto com elementos essenciais do jornalismo em todos os suportes e são encorajados a buscar inovações e traduzi-las em projetos viáveis. Ao final, montam projetos completos para empreendimentos jornalísticos sustentáveis, em áreas como cobertura local, esportes, meio ambiente e entretenimento. Os melhores recebem uma dotação para serem colocados em marcha, através da verba da McCormick Tribune Foundation.
"É cada vez mais provável que os futuros jornalistas tenham que trabalhar por conta própria, não apenas como free-lancers a serviço a grande média, mas como proprietários de novos empreendimentos jornalísticos", afirma Jarvis.
Mais detalhes.

marcos palacios

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Sim, Virgínia, Papai Noel existe

Há 110 anos, o New York Sun, um importante jornal nova-iorquino, publicava um editoral intitulado "Yes, Virginia, There is a Santa Claus" (Sim, Virgínia, Papai Noel existe). O texto foi produzido em resposta a uma carta enviada ao jornal por Virginia O´Hanlon, de oito anos, que estava em dúvida sobre a existência de Papai Noel.
O editorial foi escrito por Francis Pharcellus Church e se tornou parte das comemorações natalinas norte-americanas.
Como estou convencido da justeza da resposta, sugiro sua leitura, como uma forma diferente de iniciar esta manhã, em comemoração a tão importante evento de "interatividade" e "jornalismo conversacional"...
Clic na imagem para ampliá-la e ler o editorial em facsimile.


marcos palacios

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Inclusão e cidadania digital: três vídeos

O Cyberdemo, blog sobre Cibercultura, Política e Comunicação, traz os vídeos com as palestras sobre inclusão digital, durante o Ciclo Internacional de Debates sobre Cibercultura no século XXI, realizado em Salvador, na quarta-feira.
Construindo a educação 2.0
Cidadania Digital: Negação de acesso e a construção de nuvens abertas de conexão
Emancipação x Inclusão: Desafios da cultura digital
Os vídeos e as fotos foram feitos de um celular e de uma câmera digital. A cobertura do evento foi feita em tempo real, numa parceria entre o Cyberdemo e o Jornalismo Móvel, de Fernando Millani.

marcos palacios

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quinta-feira, setembro 20, 2007

Anagrama: revista online veicula produção de graduandos

A revista Anagrama é uma Publicação Científica Interdisciplinar de Graduação, com periodicidade trimestral e livre acesso na web, tendo como objetivo discutir temas relacionados à mídia, imprensa e comunicação social a partir de uma ótica interdisciplinar.
A principal meta é divulgar a produção acadêmica dos graduandos de qualquer área do conhecimento. O projeto tem coordenação de um grupo de professores e estudantes de Comunicação da ECA (Escola de Comunicação e Artes) na USP (Universidade de São Paulo).
A idéia da revista surgiu a partir da constatação de que existe uma produção acadêmica e científica de qualidade e interesse feita por graduandos que não é absorvida pelas revistas científicas convencionais.
Maiores informações sobre critérios para publicação no site da revista.

marcos palacios

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Investigar a comunicação

Até 15 de outubro estará aberto o call for papers para o congresso I + C Investigar a Comunicación, que se realizará nos dias 30 e 31 de janeiro e 01 de fevereiro de 2008, na Faculdade de Ciências da Comunicação da Universidade de Santiago de Compostela (Espanha).
O evento que marcará a fundação da Associação Espanhola de Investigação da Comunicação está abrindo a chamada de trabalhos para comunicações livres em torno de 5 áreas temáticas:

- Teorias e métodos de investigação em comunicação,
- Estudos de recepção,
- Estrutura dos meios,
- Estudos sobre o discurso, e
- Tecnologias da comunicação e a informação
.

Detalhes sobre o evento, inscrições, entre outros, podem ser conferidos aqui.

Suzana Barbosa

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Anunciando à moda antiga

No século XIX era comum as casas comerciais usarem o formato cartão postal para sua publicidade. Muitas das peças produzidas no período são preciosas e o BibliOdissey levantou uma coleção desses "trade cards", ingleses e norte-americanos.
Ótima oportunidade também para quem ainda não conhece passar a conhecer esse blog, que deve estar nas listagens de qualquer interessado em comunicação visual.

marcos palacios

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E no Brasil, como se (re) posicionarão as empresas?

Ainda sobre a questão do acesso livre aos conteúdos de sites noticiosos vinculados a grupos de comunicação, fica a pergunta: como será que se posicionarão (ou reposicionarão) as empresas brasileiras em relação às suas estratégias de operação digital? Isso vale tanto para as nacionais como para as regionais, muitas das quais insistem no modelo de conteúdo pago.
Talvez seja o momento de muitas delas repensarem o conteúdo que têm colocado abaixo da parede de pagamento, pois em geral não se trata de conteúdo original e, muitas vezes, a matéria sobre assunto idêntico e com acesso livre está disponível em outro site, ou até no do concorrente. Sem contar os mecanismos de busca, blogs, etc...
Os usuários possuem fontes diversas de informação e sabem onde encontrar aquilo que buscam. Um exemplo: quem hoje abrir o portal UOL e se interessar por ler a matéria que vem originalmente do ElPaís.com ("Mulheres da Arábia Saudita lutam para pegar no volante") não conseguirá lê-la, a menos que seja assinante do portal. Porém, no site espanhol a matéria "Las saudíes quierem conducir" pode ser lida livremente. E se poderia citar outros exemplos.
No seu "blog" no Estadão (?? desculpa, mas creio ser oportuno citar), o repórter Renato Cruz comenta sobre a decisão do NYTimes.com e a possível liberação do acesso ao Wall Street Journal, e lembra que: "Existem cerca de 40 milhões de internautas no País, o que já corresponde a uma audiência maior que o total de leitores de jornais impressos. No ano passado, a circulação dos jornais ficou em 7,2 milhões de exemplares diários". E então?

Suzana Barbosa

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Blogs não são conversação. Marketing, menos ainda...

Mathew Hurst, do Data Mining, arremete contra o conceito de blogs como conversação (Blogs as conversation), uma noção bastante difundida em discussões sobre a blogosfera e sobre os formatos emergentes do jornalismo na web (Journalism as conversation). Colocando a negação do caráter conversacional dos blogs como ponto de partida, Hurst vai concluir que ainda menos "conversacionais" são as práticas de marketing, mesmo aquelas que se desenvolvem na Internet.
A intervenção de Hurst vem a propósito de um artigo recente sobre "marketing conversacional" publicado por Peter Hirshberg, no Technorati.
Hurst defende que "blogs não são conversações. Um blog é um lugar de difusão massiva(broadcast) do mesmo conteúdo para muitos consumidores. Conversações são interações simétricas (primeiro você, depois eu, depois você...). Blogs são uma nova forma de interação - um híbrido de monólogo e diálogo (...)"
Nesse modelo híbrido falta a simetria conversacional.
Hurst continua: "Não há audiência em uma conversação, mas há audiência em um blog. Rotular as pessoas numa conversação como "parceiros" sugere igualdade (...)"
E Hurst conclui, agora tendo sob sua mira o marketing conversacional: "A sugestão de que blogosfera é uma conversação; que todos ali somos "parceiros" e que portanto todas essas pessoas usando a blogosfera para fazer marketing (de produtos e serviços) são nossos "parceiros" me dá calafrios (is creepy)".
Quer se concorde ou não com a posição de Hurst, vale muito a pena ler o artigo de Hirshberg, que funciona como uma síntese da abordagem do "marketing como conversação" na Internet.

marcos palacios

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Está na hora dos grandes jornais impressos passarem a ser gratuitos?

Quem faz a pergunta e responde que talvez seja a hora de um "grande" arriscar a aventura é Philip Stone, do Followthemedia.com.
As considerações emergem como mais um efeito colateral da abertura total do site do The New York Times.
Segundo Stone, já existem sinais de que os jornais britânicos começam a se mover na direção da distribuição gratuita. O objetivo é aumentar a circulação e atrair mais anunciantes. O Manchester Evening News adotou, no ano passado, um modelo híbrido: passou a distribuir 50 mil exemplares no centro da cidade, mas continuava vendendo cópias nos subúrbios.Hoje distribui gratuitamente 90 mil cópias no centro, mais do que as 86.923 vendidas nos subúrbios. A combinação de distribuição gratuita e venda faz dele hoje o maior jornal regional da Grã-Bretanha e os anunciantes estão acompanhando bem o movimento.
Nos subúrbios de Londres, um minúsculo jornal regional, O The Reading Evening Post, com uma ciculação de 13.664 cópias, mais 1600 que eram distribuídas para empresas, experimentou passar a distribuir gratuitamente às quartas-feiras. Deu certo e agora eles vão distribuir 80 mil cópias gratuitas de segunda a sexta.
No que diz respeito à web, o último grande jornal que ainda cobra acesso é o Wall Street Journal, com 983.000 assinantes pagando cerca de U$ 65 milhões por ano. Mas Rupert Murdoch, numa conferência na semana passada, disse que está pensando em abrir o site e passar a financiá-lo exclusivamente com publicidade. O britânico Financial Times, com 100 mil assinantes no site também está considerando a possibilidade de abrir sua edição. Se os dois baluartes do jornalismo financeiro passarem para o campo dos webjornais de livre acesso, os modelos pagos na web passarão a ser absoluta exceção e começarão a ser vistos como dinossauros.

marcos palacios

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quarta-feira, setembro 19, 2007

Acesso livre total no The New York Times: nem todos acham uma boa idéia

Um dos que acham que a idéia é perigosa é Mark Potts, do Recovering Journalist.
Ele argumenta que a abertura vai trazer mais trâfego para o NYT, mais visibilidade nos sites de buscas, mais prestígio para os colunistas, porém duvida que a publicidade possa compensar a perda com a abertura do acesso.
"O NYT está deixando para trás U$ 10 milhões de faturamento anual. É esperar para ver se o aumento de trâfego - e correspondente aumento de publicidade - podem compensar essa perda."
Potts está convencido que todas as publicações, sejam online ou offline, precisam continuar buscando formas extra-publicidade para pagar seus custos: o que para ele inclui assinaturas e principalmente acesso pago.
"O debate sobre conteúdo está longe de estar morto com a decisão do NYT. Acho que estamos apenas iniciando esta discussão".
Até porque, para começar, argumenta Potts, colocar o acesso pago nos colunistas era um decisão equivocada, desde o início. E ele já havia "avisado" sobre isso, em postagem anterior sobre o assunto.

marcos palacios

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Mais sobre a superação da Pirâmide Invertida

A propósito do oportuno comentário de Suzana Barbosa à postagem anterior, vale a pena de fato chamar a atenção para o trabalho do Prof. João Canavilhas (Universidade da Beira Interior) que, em 2005, criou um modelo de pirâmida deitada, com muita proximidade ao proposto por Bradshaw.
Igualmente digna de nota é a discussão estabelecida sobre o assunto por Luciana Mielniczuk, que no capítulo 5 de sua tese doutoral sobre o formato da notícia na escrita hipertextual (2003), fala sobre transformações possíveis do modelo de pirâmide invertida.
Duas contribuições que enriquecem muito o debate e fornecem mais parâmetros para avaliar-se a proposta de Bradshaw.

marcos palacios

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O fim da pirâmide invertida em redações convergentes?


André Deak chama atenção para uma postagem de Paul Bradshaw, do Online Journalism Blog, que apresenta um modelo de produção de notícia para redações convergentes, que poderia substituir a tradicional pirâmide invertida.
O modelo substitui a pirâmide por um diamante e propõe vários níveis de "amadurecimento" da notícia, cada um deles merecendo tratamento particular e direcionamento para a plataforma mais adequada.
Deak traduz uma parte do artigo.
Ótimo para levantar discussões em sala de aula.

marcos palacios

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Reuters testa sistema de reconhecimento de faces em vídeos

A Reuters está implantando um sistema de reconhecimento de face em seus vídeos. A ferramenta vai entrar em funcionamento em "beta exclusivo" (ou seja só para convidados) em breve, mas já é possível inscrever-se para receber um convite e servir como "piloto de provas" do experimento.
Coisas desse gênero já estão sendo testadas, como é o caso da Compulsion, que permite clicar em qualquer parte de um vídeo (através de mapeamento de quadros) e separar os interesses clicados em uma coluna ao lado (com links para maiores informações, é claro!) .
Via Pablo Barbosa

marcos palacios

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Ainda Andrew Keen e o Culto do Amador: um diálogo imaginário

Apesar da longa postagem de ontem sobre o livro The Cult of the Amateur, de Andrew Keen, não cheguei a dizer tudo que gostaria. Keen afirma que "não é contra a tecnologia", nem "contra o progresso" e que as tecnologias digitais são "uma coisa maravilhosa". Faz isso em suas conclusões, como que para aliviar um pouco a clara impressão contrária deixada ao longo dos sete capítulos do livro.
A sua indisposição - planejada, é óbvio, pois senão seu livro não teria impacto - de discutir, ao longo do livro, a verdade gritante de que estamos em um momento de transição tecnológica e que, consequentemente, novos modelos de negócios e de consumo têm que ser inventados para todas as áreas ligadas à indústria da informação e do entretenimento, fez-me imaginar um diálogo:

Local: Veneza
Tempo: circa 1450
Personagens: Píncipe e Cardeal

Príncipe: Vossa Reverendíssima tem notícias da diabólica invenção alemã?
Cardeal: Uma nova máquina de guerra?
Príncipe: Pior, Reverendíssima, pior... Uma máquina que permite que qualquer um produza livros?
Cardeal: Qualquer um? Como assim?
Príncipe: Qualquer um que deseje fazê-lo e possa adquirir uma dessas maquinetas, que certamente vão acabar se popularizando e sendo vendidas em qualquer feira ou mercado, por uns quantos ducados...
Cardeal: Mas, isso me parece perigosíssimo.Vai desempregar milhares de copistas em nossos mosteiros...
Príncipe: Pior, Reverendíssima, pior... A máquina permite a produção de um número ilimitado de cópias. Livros poderão ser impressos aos milhares e vendidos quase a preços de um pato ou presunto defumado. Talvez até distribuídos gratuitamente por agitadores e subversivos!
Cardeal: Só de pensar nisso volta-me a exaqueca. Temos que agir rápido, Honrado Prícipe, ou qualquer amador vai poder produzir livros!
Príncipe: Pior, Reverendíssima, pior... Pelo andar da carruagem, logo estarão produzindo livros até sem o Imprimatur da Santa Sé...

Pano Rápido

marcos palacios

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terça-feira, setembro 18, 2007

Amadores, Macacos, Micos e Blogs. Afinidades eletivas?

Os macacos estiveram em alta na blogosfera brasileira e até internacional, no mês passado, por conta da - para não usar termo mais forte - "pouco feliz" campanha publicitária de um grande jornal paulista.
Ontem os antropóides voltaram à pauta, na forma de "micos", com uma postagem do Rogério Christofeletti, no Monitorando, falando do blog de Ana Laux sobre trapalhadas jornalísticas de todos os tipos.
Coincidentemente, hoje na reunião mensal do GJOL, estaremos dicutindo o livro The Cult of the Amateur, de Andrew Keen, onde macacos têm também lugar muito proeminente.
Estou, às voltas, portanto, com Os Macacos - o Retorno. E vamos a eles

Se o The Cult of the Amateur, de Andrew Keen, é realmente uma "granada", como declarou seu autor em entrevista a Richard Sambrook, os estilhaços que lança poderiam ser definidos como um "espalhamento de platitudes" proferidas em tom que lembra um pouco nossos profetas populares, que andam pelas ruas com um cartaz avisando: "Preparai-vos, o Fim está próximo".
Trata-se de um texto bem escrito e fácil de ler, mas onde basicamente não há nada de novo, pois é senso comum que a Internet é um espaço de luxo e lixo e - certamente - de muito mais lixo que luxo, como ocorre e sempre ocorreu em qualquer suporte cultural. Ou alguém duvida disso?
Tampouco há algo de novo em se afirmar que as formas culturais tradicionais (jornais impressos, música em suporte físico, filmes em DVDs, etc) estão pressionadas pelo advento das tecnologias digitais e perdendo espaço para formas legais e ilegais de difusão de conteúdos (lixo e luxo) nas redes telemáticas.
O problema é que Keen prefere só ver o lixo e constrói, em sete capítulos, um cenário de verdadeiro Apocalípse Cultural, como resultado da generalização da "produção livre de conteúdos na Internet", da "desregulamentação", da pirataria e - principalmente- do estabelecimento do que ele chama "o culto do amador".
O tom do livro é quase sempre conservador, beirando o moralismo, e fortemente posicionado em defesa de formas de acesso pago a conteúdos na Web e da preservação de direitos clássicos de copyright e propriedade intelectual.
A pretensão de The Cult of the Amateur é colocar-se como uma antítese ao A Cauda Longa, de Chris Anderson, já disponível em português. Logo, logo O Culto do Amador estará traduzido, pois é o tipo de livro que as editoras sabem que vende e faz furor nas capas de algumas revistas semanais, igualmente moralistas e alarmistas: Ameaça sinistra na Internet: os Amadores estão assassinando nossa Cultura...
Ao longo de sete capítulos, Keen argumenta que estamos, rapidamente, derivando em direção a uma sociedade onde não mais será possível a emergência de um Mozart, de um Marx, de um Jorge Luis Borges, de um Fernando Pessoa, de um John Lennon ou Tom Jobim. Com a "livre produção e circulação de conteúdos", a opinião de um Professor de Harvard e a de uma pré-adolescente impúbere passam a ter o mesmo peso, afirma Keen. A literatura desaparecerá, a música de qualidade desaparecerá, o jornalismo desaparecerá e entraremos na era do reinado dos boatos, da opinião desinformada e gratuita e da livre circulação do lixo cultural produzido por amadores.
Será também o fim do livro, ícone máximo da Cultura Ocidental, que se transformará num infinito hipertexto, produto de sempre renovadas colagens e novas hibridações, onde predominará a "sapiência das multidões" (wisdom of the crowd).
Nunca mais leremos algo como Don Quijote ou Hamlet. Nunca mais leremos jornais "sérios" como The New York Times ou o Guardian para nos dizer o que vai pelo mundo.
Teremos que nos contentar com o Drudge Report e com diários de adolescentes descrevendo em detalhes suas primeiras (ou múltiplas) transas, físicas ou virtuais:
"O que acontece, você poderia perguntar, quando a ignorância se encontra com o egoísmo, que se encontra com o mau gosto e com reinado da multidão? Os macacos tomam o poder. Diga adeus aos especialistas de hoje e aos gatekeepers da cultura - nossos repórteres, âncoras de telejornais, editores, produtoras de música, estúdios cinematográficos de Hollywood. No culto do amador de hoje em dia, os macacos estão dirigindo o show", afirma Keen.
Surprendentemente, no entanto, em suas Conclusões, Keen vai dizer que não é bem assim, que há também algumas luzes no fim do túnel, que os mídias tradicionais estão atravessando um momento de transição e que, no fundo, no fundo, é uma questão de criação ou ajustes de modelos de negócios para os produtores culturais. De preferência, mantendo tudo que puder ser mantido das centenárias formas de copyright... É impossível deixar de ler as Conclusões como uma traição a tudo que foi dito antes, ou como uma espécie de engodo ao leitor, que comprou um anunciado Apocalípse e terminou com um Sermão da Montanha em sua estante.
E o que resta então? A inevitável constatação de que as tecnologias de digitais estão impactando fortemente a cultura? A conclusão que a Educação, nesta nova situação cultural, tem que, necessariamente, fornecer instrumentos para que possamos saber diferenciar luxo de lixo, separar as opiniões informadas de especialistas e "pitacos" de lunáticos ou amadores? Isso é uma função nova ou simplesmente uma continuação de um elemento básico de qualquer processo educacional, desde sempre?
E para terminar, fica impossível não fazer uma referência à afirmação provocadora de Keen na Introdução (e recorrente ao longo do livro): Internet está povoada por macacos digitadores, especialmente quando o assunto é blog.
A imagem, retirada de um livro de T.H. Huxley (o avô do Aldous Huxley, de O Admirável Mundo Novo), é a de um número infinito de macacos, teclando em tempo infinito, em infinitas máquinas de escrever. Eventualmente, provocava Huxley, um deles acabaria por reproduzir o Hamlet de Shakespeare, ou A Crítica da Razão Pura de Kant.
No mundo atual, em que se usam computadores no lugar de máquinas de escrever, o espaço privilegiado para o experimentação dos macacos seria a blogosfera:
"Estamos blogando com uma desvergonha comparável à dos macacos " (We are blogging with monkeylike shamelessness...), escreve Keen.
Parece que as comparações de tudo que não presta na Internet com "trabalho de macaco" estão em alta.
Pobres macacos...
O fato é que não se pode deixar de notar a coincidência das imagens (e das idéias) de Keen, com aquelas utililizadas em uma campanha publicitária recente, criada para o grande jornal paulista. Se a linha da campanha não foi "inspirada" no profetismo de Keen, o pessoal de criação da Talent deve ler o livro assim que possível.
Certamente sentirão que não estão sós, nem em suas opiniões, nem em seu simplismo...

marcos palacios

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Graffiti tem direito autoral?


Uma polêmica curiosa no Blog do Dez, do jornal A Tarde, de Salvador.
Grafiteiros acusam o artista plástico Willyans Martins de "roubar graffitis" das ruas da cidade para usá-los em suas obras de arte. A postagem inicial, assinada por Danilo Fraga e Marina Novelli, é do dia 15.
Ontem apareceu uma resposta de Dimitri Ganzelevitch.

marcos palacios

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Nytimes.com passa a ter acesso free





E no dia do aniversário do The New York Times impresso - conforme post publicado abaixo por Marcos Palacios - a notícia de que a partir desta quarta (19 de setembro) o NYTimes.com passa a ter acesso gratuito soa mesmo como um presente. Desde agosto se comenta sobre o assunto, confirmado no início da semana em press release no site da companhia. "We are excited at the prospect of welcoming many new readers to NYTimes.com as a result of this decision," declara Vivian Schiller, vice-presidente sênior e gerente geral do NYTimes.com. A American Express será o primeiro patrocinador das áreas abertas do Times.
Quanto ao acesso aos arquivos, aqueles referentes a 1987 até a atualidade estarão disponíveis sem custo, assim como aqueles entre 1851 até 1922, considerados de "domínio público", segundo o release. No entanto, haverá a cobrança para o material de 1923 até 1986, com alguns artigos podendo também ser consultados livremente.

Suzana Barbosa

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Fotografando com scanner e ganhando prêmio


O projeto "Foto-Scanner", de autoria de Fabíola Freire – estudante do curso de Comunicação da Universidade Federal da Bahia - recebeu recentemente o primeiro lugar no Prêmio Nacional de Exposição da Pesquisa Experimental em Comunicação (Expocom) na Categoria Projeto Editorial - Ensaio Fotográfico.
Composto de 10 imagens criadas diretamente no scanner, o ensaio que representou o Nordeste (tendo sido o vencedor na regional realizada em junho) tem a proposta de demonstrar uma possibilidade alternativa de construção de imagens fotográficas.
O projeto teve orientação do Prof. José Carlos Mamede, coordenador do Laboratório de Fotografia da Faculdade de Comunicação da UFBA.
marcos palacios

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The New York Times apaga velinhas e libera acesso na web

Comemorando mais um aniversário, o The New York Times anunciou que vai encerrar à meia-noite de hoje o modelo de cobrança por acesso ao conteúdo de sua edição online. Todas as colunas, bem como a totalidade dos arquivos, passam a ser de livre acesso.
Publicado pela primeira no dia 18 de setembro de 1851, o The New York Times foi lançado tendo como público alvo uma parcela mais intelectualizada do público novaiorquino.
O nome inicial era New-York Daily Times. O "The" foi adicionado e o "Daily" retirado em 1857; o hífen permaneceu até 1896.
Mais detalhes da história do NYT.
marcos palacios

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segunda-feira, setembro 17, 2007

Premiado site que monitora candidatos à Presidência norte-americana

O prêmio para inovações em jornalismo do Instituto Knight-Batten, nos EUA, acaba de divulgar seus vencedores: o primeiro colocado é o site techPresident.com, que monitora o que se fala e o que se lê sobre os presidenciáveis norte-americanos. O acompanhamento vai do número de amigos em redes sociais on-line à exibição de vídeos no YouTube, passando pela atualização dos artigos da Wikipédia, fotos do Flickr etc
O prêmio foi de U$ 10 mil.

marcos palacios

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Música e Jornalismo: três excelentes pacotes multimídia


Numa postagem hoje em seu blog Mindy McAdams analisa três finalists do the Online Journalism Awards na categoria “Outstanding Use of Digital Media,” (Excelência no uso de Mídia Digital) centrados em música popular:
Forty Years of ‘RESPECT’ (Detroit Free Press): Aretha Franklin
Hip Hop 101 (Wisconsin State Journal): A cultura hip-hop em Madison, Wisconsin.
Wonderful World (The Honolulu Advertiser): Um tributo a Israel Kamakawiwo’ole, músico havaiano falecido há 10 anos.
Os três sites são excelentes exemplos de uso de multimídia na web e os comentários de Mindy McAdams são muito instrutivos.

marcos palacios

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Cresce a população mais idosa na Internet


22% de todos os visitantes a sites de todas as categorias na Grã-Bretanha, em maio, foram pessoas com mais de 55 anos de idade. O número representa um crescimento substancial de 40% com relação a 2006 e de 54% com relação a 2005.
Isso significa que hoje existem 1.7 vezes mais usuários com mais de 50 anos na web do que usuários com menos de 18. Apesar de ainda estarem ligeiramente atrás do grupo etário dos 35 a 44 anos (23.5%), acredita-se que seja apenas uma questão de tempo para que o grupo de usuários mais velhos passe à liderança.
O levantamento, realizado pela empresa Hitwise UK, aplicou a classificação mercadológica conhecida como Experian Mosaic, que permite a identificação de sub-grupos dentro da faixa etária estudada, com base em estilos de vida. Um dado que chama a atenção é que os sub-grupos menos privilegiados, Twilight Subsistence (aponsentados com pouca renda) e Grey Perspectives (aposentados que complementam suas pensões com poupanças) tiveram um crescimento de cerca de 30% de presença na net, nos últimos dois anos.
Os resultados estão sendo vistos pelos especialistas como muito importantes para balizar estratégias futuras de negócios na web.

marcos palacios

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Os Blogs mais influentes

A propósito da postagem de hoje de Suzana Barbosa, chamando a atenção para a lista de Blogs mais Influentes, publicada ontem pelo jornal espanhol El Pais, vale a pena apontar para duas outras listas, no mesmo espírito, dadas a público nos últimos dias.
A primeira foi produzida por Leo Babauta, do blog North x East, que listou os 50 bloggers mais influentes e as razões da sua escolha, com uma pequena descrição sobre os autores e o que eles fizeram para receber a distinção.
A segunda, produzida pelo Wonkoblog, lista os blogs mais influentes no âmbito político-partidário norte-americano (Republicanos, Democratas, Independentes), ordenados não pelo conjunto total de links gerais direcionados para eles (in-links), como costuma ser o caso nas classificações do Technorati e outros sites de compilação e hierarquização de blogs, mas levando em conta apenas os links "internos" na blogosfera política norte-americana.
marcos palacios

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Cinema: um Blog essencial

Se seu interesse é Cinema, sob todos os seus aspectos, aqui vai a indicação de um blog essencial: Setaro´s Blog.
Mantido por André Setaro, um dos mais importantes críticos de Cinema no Brasil e professor da Faculdade de Comunicação da UFBA, o espaço é parada obrigatória para quem quer se informar e aprender sobre Cinema.
Um curso de Introdução Cinema, que já vai em em sua aula 13, é um dos pontos fortes das postagens.

marcos palacios

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Representação visual da informação e criatividade

Através de uma postagem no Carnet de Notes do André Lemos, descobri o Great Maps.
Um site sobre mapas, obviamente... Mas mapas de tipo muito especiais. Esse aí acima é uma Cronologia (Timeline) de Grandes Idéias, em várias áreas de conhecimento: Filosofia e Religião, Matemáticas e Ciências Naturais, Política, Ética, Literatura, História.
Criatividade é a palavra-chave do site.

marcos palacios

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Beppe Grillo: "um blogger que move a massa"

Ele é um dos mais populares entre os blogs italianos (com mais de 100 mil visitas diárias) e com considerável autoridade, segundo o ranking do Techonorati. Mas parece que o polêmico humorista Beppe Grillo não estava assim tão ciente da sua popularidade. Após convocar italianos de Bolonha para um protesto no último 8 de setembro contra os políticos, Grillo foi surpreendido com as 50 mil pessoas que apareceram na manifestação intitulada por ele de "Vaffanculo Day" (algo como vá tomar no ...). O evento alcançou grande repercussão, e hoje o blogger é destaque num artigo do Elpais.com.
A propósito, também no site espanhol se pode ler uma matéria sobre os líderes da blogosfera mundial, cuja lista é encabeçada por Peter Rojas, do Engadget. Intitulada "Aristocracia `bloguera´, a matéria de Maria Ovelar foi originalmente publicada na revista encartada na edição de domingo (16) do periódico, e se pode ler aqui.

Suzana Barbosa
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domingo, setembro 16, 2007

All that Jazz!

Um site com 17877 gravações de jazz dos mais diferentes artistas e bandas. Isso mesmo, quase 18 mil músicas: Armstrong, King Oliver, Bessie Smith, Fats Waller, Count Basie, Billie Holiday, Jimmy Dorsey, Charlie Parker, Glenn Miller, Mahalia Jackson, Artie Shaw, Charlie Barnet e mais, muito mais, incluindo alguns menos conhecidos que podem ser descobertas novas e surpreendentes.
Todo o material coletado é de domínio público e pode ser ouvido online, com uso de Real Player.
Para baixar as músicas, paga-se uma taxa de U$ 5 por downloads ilimitados, por um período de de três meses, com pagamento através do PayPal.
Encontrei no Metafilter
E sem qualquer relação com o site, mas no tema, compartilho este vídeo de Tania Maria, que encontrei no Marketing Usabile.
Como era muito jazz e muito bom, resolvi fazer esta postagem domingueira, porque hoje não vou falar nada sobre jornalismo nem novas tecnologias. Quem quiser que o faça.
Bom Domingo!


marcos palacios

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sábado, setembro 15, 2007

Vergonha Nacional: Blogs usam lógica da Web para criticar Senado Federal

Blogueiros brasileiros se uniram em uma campanha contra a absolvição do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), na última quarta-feira. Inconformados com a decisão do Senado, que por 40 votos a favor da absolvição evitou que o político tivesse seu mandato cassado, blogueiros lançaram uma campanha na internet. O manifesto consiste em fazer um link para a página do senado brasileiro, sob o título Vergonha Nacional.
A idéia é simples, através da criação de múltiplos links para o site do senado federal com o título Vergonha Nacional, o Google irá indexar o termo e quando alguém procurá-lo a primeira referência será o site do Senado.
E funcionou!
Quando um internauta entra no Google e procura por “Vergonha Nacional”, a primeira opção que aparece na listagem é justamente o site do senado.
Os blogueiros comemoram.
Renan Calheiros pagou despesas pessoais de sua amante com recursos do lobista Cláudio Gontijo, funcionário da construtora Mendes Junior. Seus colegas senadores, por maioria, consideraram que não "havia provas suficientes". Calheiros é acusado de muitíssimas outras falcatruas.

marcos palacios

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Laptop de U$ 100 vai chegando aos U$ 200

O famoso computador do programa One Laptop per Child (OLC), prometido em seu projeto original como uma máquina para custar U$ 100, já está atingindo a casa dos U$ 200, conforme admitiram pesquisadores do MIT, responsáveis por sua materialização.
Segundo um porta-voz do grupo, se o laptop entrasse em fase de produção de massa hoje, custaria U$ 188.
A notícia não agradou líderes da organização não-lucrativa OLC, que estão preocupados com os contínuos aumentos do custo do aparelho, uma vez que os governos comprometidos com sua compra terão que rever seus orçamentos para participação no programa.
Mais detalhes via FloridaToday.com

marcos palacios

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Economia da Atenção: um exemplo ilustrativo muito eficaz



Por várias vezes aqui no Blog, a questão da economia da atenção tem vindo à baila, em contextos de discussões de temáticas como "excesso de informação" na Internet, filtragem, atenção seletiva, scanning visual de páginas web, apresentação eficaz de dados, etc.
Este vídeo, saído do IFTF´S Future Now, exemplifica como a atenção concentrada em um aspecto da realidade deixa de perceber praticamente todos os outros, tão ou mais importantes de que aquele para o qual atenção prioritariamente se direciona.
Dá o que pensar, quando consideramos esse "efeito cor" nas discussões sobre web design, arquitetura da informação, hierarquização visual da informação, geração de mapas, gráficos, infográficos, etc, etc.

marcos palacios

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USA Today comemora hoje 25 anos

Lançado em 15 de setembro de 1982, como o primeiro jornal norte-americano de caráter nacional, o USA Today foi responsável por desencadear importantes transformações, tanto no que se refere a design, quanto a formato de notícias nos jornais dos Estados Unidos e pelo mundo afora.
Um infográfico na edição online de hoje retraça os 25 anos de história.
No Visualmente, há um comentário de Luiz Adolfo Lino de Souza, editor-executivo de Arte dos jornais da RBS e professor do curso de Jornalismo da Pontifícia Universidade Católica de Porto Alegre.

marcos palacios

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Topografias da Internet e flores do campo



As imagens gráficas reproduzidas acima buscam reproduzir regiões específicas da Internet, em termos de nós (pontos vermelhos) e ligações (linhas verdes). Foram retiradas do trabalho de Mahadevan, P. et alii (Orbis: rescaling degree correlations to generate annotated Internet topologies), apresentado no mês passado em Kyoto (Japão), durante a importante conferência internacional sobre redes (ACM SIGCOMM).
No trabalho, Mahadevan e seus associados da Universidade da California (San Diego) explicam a criação de um algoritmo para a geração de mapas aleatórios que emulam áreas específicas da Internet, como potencial ferramenta para estudos de congestão de trâfego de dados ou difusão de vírus e worms.
Uma descrição simplificada do trabalho está em Primidi.
Mas a inclusão aqui no Blog foi determinada por razões mais estéticas do que técnicas.

marcos palacios

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